quarta-feira, 23 de março de 2011
| Intimo ao tempo
Ele fez de seu tempo argumento, ele dormiu aos pés da mesa ao relento, ele rascunhou sobre os ponteiros desatento, ele canta agora ao tempo sobre o vento, ele se jogou no nada onde não há tempo... a perder.
| clichê.
Tudo que quis foi que você me quisesse.Para tudo ao redor fizesse o tal sentido,
conforme o horário.
Tudo o que quis foi o padrão, no café da manhã, do café e do pão, de uma busca ou
de uma despedida com o amanhã marcado.
Tudo o que quis foi o clichê, de ser eu mesmo e de dizer: "Oi, como vai?"
Tudo o que quis foi o clichê, e mesmo sabendo que todo clichê possui o final,
pensei que pudesse ser feliz, como os clichês de histórias infantis.
Se Tudo o que vem, para onde vai? E quando fica, porque não fica?
Tudo o que quis foi te avisar que este sempre, sempre se contradiz, este sempre, sempre não é sempre, e quando acabar você dirá: é sempre assim!"
conforme o horário.
Tudo o que quis foi o padrão, no café da manhã, do café e do pão, de uma busca ou
de uma despedida com o amanhã marcado.
Tudo o que quis foi o clichê, de ser eu mesmo e de dizer: "Oi, como vai?"
Tudo o que quis foi o clichê, e mesmo sabendo que todo clichê possui o final,
pensei que pudesse ser feliz, como os clichês de histórias infantis.
Se Tudo o que vem, para onde vai? E quando fica, porque não fica?
Tudo o que quis foi te avisar que este sempre, sempre se contradiz, este sempre, sempre não é sempre, e quando acabar você dirá: é sempre assim!"
| de um pássaro.
Você voa, você vai, quem vem? Quem vai dizer que estava ou que estou? Errado quando sua sinceridade diz que esta certo, certo e reto, direto, sem pausas para água, afinal, no final, do que beber? Todos os metros, todos os netos... não serão nada dentro de seu tempo correto. Correto e correndo, em um corredor que a dor serve e leve, de forma leve, o que um dia lhe passou no passado de hoje em dia, no presente de outrora, mas que não quer mais, jamais, ou já menos, do que viveu, meu e seu, para que um dia isso se some, e possa ser... nosso.
| verso da música.
Veja além, além de um além, se axiste além, amém, meu bem, meu "sem", iria além, ou até lá, ou até sol, ou até mi, até você mi (me) aceitar.
terça-feira, 22 de março de 2011
| Ego.
Ponteiros são mais rápidos que seus passos, e cada degrau te engole, não leva ao topo.
Nós trazemos o martir a tona, quebrando nossas esperanças.
Deviamos transformar os cacos em movimento, e cada motivo em razão.
Livres para um nascimento, mas presos em nosso próprio ego.
Comparando toda felicidade a algo que cabe em seu bolso mas não em seu peito.
Nós trazemos o martir a tona, quebrando nossas esperanças.
Deviamos transformar os cacos em movimento, e cada motivo em razão.
Livres para um nascimento, mas presos em nosso próprio ego.
Comparando toda felicidade a algo que cabe em seu bolso mas não em seu peito.
| Entre as paredes.
Se pudessemos acalmar esta sede com um só gole de consumismo e medo, encerrando o vazio com nada tão
abstrato quanto sua companhia.
Escravo de algo, procurando o algo para dizer que vive por isso.
Toda forma de existir são apenas novas maneiras de escolher como morrer, ou será que já estamos mortos?
A liberdade está a venda e tem cheiro de novo, se você se sente vivo agora, espere até reaprender a
existir.
O medo de decidir é o que lhe torna indeciso, é o preço da crença ou a vontade de parar.
É a ignorância do óbvio ou o medo de arriscar.
abstrato quanto sua companhia.
Escravo de algo, procurando o algo para dizer que vive por isso.
Toda forma de existir são apenas novas maneiras de escolher como morrer, ou será que já estamos mortos?
A liberdade está a venda e tem cheiro de novo, se você se sente vivo agora, espere até reaprender a
existir.
O medo de decidir é o que lhe torna indeciso, é o preço da crença ou a vontade de parar.
É a ignorância do óbvio ou o medo de arriscar.
quinta-feira, 10 de março de 2011
| 1 (ímpar) par.
As lembranças vem, tudo jamais será como antes, tudo se quer será.
Seremos menos sendo apenas 1.
Seremos livres sendo ímpares.
É o dobro do ímpar, ou nada.
O agora é nada.
Seremos menos sendo apenas 1.
Seremos livres sendo ímpares.
É o dobro do ímpar, ou nada.
O agora é nada.
quinta-feira, 3 de março de 2011
| Custo X Benefício
Coração esfria enquanto a mente age, o melhor momento é quando eu crio este melhor.
Se pudessem acreditar em mim, se quisessem acreditar em mim... mesmo assim, de nada valeria,
da mesma forma que ainda não vale.
Toda ação, todas as ações são... para que eu viva sozinho no castelo.
São? Não. Só.Sozinho. Só e sem, sem sementes, sem mentes, mentindo pra mim,
e acreditando que em cada $EM eu possa me sentir. Vivo. Para que eu siga com as mentiras
e continue guardando todas na carteira.
Se pudessem acreditar em mim, se quisessem acreditar em mim... mesmo assim, de nada valeria,
da mesma forma que ainda não vale.
Toda ação, todas as ações são... para que eu viva sozinho no castelo.
São? Não. Só.Sozinho. Só e sem, sem sementes, sem mentes, mentindo pra mim,
e acreditando que em cada $EM eu possa me sentir. Vivo. Para que eu siga com as mentiras
e continue guardando todas na carteira.
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